quinta-feira, 17 de dezembro de 2009

Malba Tahan/O Homem que Calculava


Contar rebanhos por necessidade, criar habilidade e para distrair-se na passagem do tempo, contemplar a natureza e quem sabe 'contar estrelas', pássaros, em bando, voando, pelo céu afora... Pura diversão! Quem já não o fez? Quando tal talento é observado com admiração, entretanto, por tantos que não poderiam no tempo histórico ter a noção do que seria uma máquina de calcular um dia, pode gerar um bom meio de ganhar a vida. Se tal tarefa fosse realizada pelo mais hábil contador de histórias... Unir a ciência à arte de contar histórias não é tarefa fácil. O nobre escritor Júlio César de Melo e Souza, ou melhor, 'Malba Tahan' o fez com encanto elevado.

"Não se preocupe em entender. Viver ultrapassa todo entendimento".

Esta frase de "Clarice Lispector" parece mesmo uma homenagem ao grande escritor brasileiro que tinha no simples personagem-heterônimo Ali Iezid Izz-Edim Ibn Salim Hank MALBA TAHAN a vivacidade e a leveza do viver, tão necessária ao mundo, de cá, de lá, ou de que ponto se observe.




O Homem que Calculava/Malba Tahan - 65a. ed. - Rio de Janeiro: Record, 2004.
Foto digital: Carla Guedes

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