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sexta-feira, 31 de outubro de 2014

Monteiro Lobato - Reinações de Narizinho - Volumes 1 e 2






Começar a coleção de Monteiro Lobato por Reinações de Narizinho é assertivo. 

Reinações de Narizinho é um clássico da literatura infantil brasileira.

domingo, 30 de dezembro de 2012

Contos da América do Sul

Contos da América do Sul / (tradução Thereza Christina F. Stummer]. - São Paulo : Paulus, 1995. - (lendas e contos)

Na mitologia maia, depois que Tezcatlipoca - deus da escuridão - enganou a todos e começou a destruir a criação de Quetzalcoatl - deus da luz - , este envelheceu repetidamente e viu-se obrigado a sair em busca de sua juventude perdida.
Somente reencontrando a juventude é que o deus da luz poderia lutar de igual para igual com Tezcatlipoca. Para tanto, Quetzalcoatl assumiu a forma de serpente emplumada e alçou vôo à procura de sua juventude.
Acompanhemos a serpente emplumada nessa viagem, buscando com ela reencontrar a juventude.

Nesta edição:
Os quatro sóis (Maia - Asteca)
O quinto sol (Asteca)
Os homens (Maia)
A viagem à terra de Anahuac (Asteca)
A partida da serpente emplumada (Tolteca - Maia)
Popocatepetl e Ixtla (Asteca)
O grande dilúvio (Huitchol - Iaghan)
Como a esperteza chegou a Anansi (Jamaica)
O casamento da aranha (Jamaica)
Como Anansi tornou a ficar rico e qual foi o seu castigo (Jamaica)
Anansi e a Morte (Jamaica)
O bicho preguiça e a chuva (Panamá)
Como o gambá adquiriu o seu cheiro nauseante (Haiti)
Como o tatu queria se defender (Popoloko)
O Cruzeiro do Sul e a Flor-de-Prata-sobre-a-Água (Kuna-Guarani)
Os dois irmãos (Tolipang)
As serpentes que roubaram a noite (Mundurucu)
Por que a onça faz barulho à noite (Rio Branco)
Como os cipós cresceram na floresta virgem (Guaraju)
A tartaruga que era mais forte do que todo mundo (Tolipang - Tupi)
(continua)


sábado, 29 de dezembro de 2012

Os Contos de Grimm


Os contos de Grimm / Ilustrações:Janusz Grabianski; tradução do alemão Tatiana Belinky - São Paulo: Paulus, 1989.

quarta-feira, 26 de dezembro de 2012

Contos de Perrault


Contos de Perrault / Charles Perrault; tradução: Maria Stela Gonçalves - São Paulo: Paulus, 2005


Charles Perrault, escritor, médico e advogado, viveu entre os anos 1628 e 1703. Sua obra Contos da mamãe gansa (1697) inaugurou o gênero literário "Contos de Fada" divulgando histórias tradicionais e outras que integravam o folclore europeu usando uma linguagem simples.
Perrault foi denominado "Homero burguês", pela propriedade com que retratou a sociedade de sua época, a partir da metamorfose de certos símbolos dos contos populares Seu trabalho consistiu em transformar os monstros e animais - aos quais os camponeses atribuíram poderes mágicos - em fadas. Utiliza o confronto dualista entre bons e maus, belos e feios, fracos e fortes, como exercício de crítica à corte. Não raramente, os personagens que representam as classes discriminadas se tornam superiores à nobreza pela inteligência.

Nesta Edição:

Os amores da régua e do compasso e os do Sol e da sombra
Anticontos à margem da Eneida
Os muros de Tróia
Contos e poemas Carta ao senhor Abade D´Aubignac
Diálogo do amor e da amizade
O espelho ou A metamorfose do orante
O corvo curvado pela cegonha ou O ingrato perfeito
O labirinto de Versalhes
A pintura
Crítica da ópera
Crítica da ópera ou Exame da tragédia intitulada ALCESTE, ou O triunfo de ALCIDES
O Banquete dos deuses pelo nascimento do senhor Duque de Borgonha
Júpiter
As gêmeas ou Metamorfose das nádegas de íris em astro
O holandês robusto
Metamorfose de um pastor em carneiro
Contos em versos
Grisélida
Pele de Asno
Os desejos ridículos
Histórias ou contos do tempo passado
A bela adormecida no bosque
Chapeuzinho vermelho
O barba azul
O mestre gato ou O gato de botas
As fadas
A gata borralheira ou O sapatinho de cristal
Ricardo do topete
O pequeno polegar
Tradução das fábulas de Faerne
Contos piedosos
O caniço do novo mundo ou A cana-de-açúcar

terça-feira, 25 de dezembro de 2012

Fábulas de Esopo


Fábulas de Esopo / adaptação de Regina Drummond; [desenhos e capa Soares]. - São Paulo: Paulus, 1996.

Fábulas de Esopo é um livro para todas as gerações. Se as fábulas são importantes para o imaginário infantil como pregam a teorias psicológicas modernas, não importa, ouvir ou contar uma fábula faz muito bem para quem participa deste prazeroso momento.

Esopo nasceu na Grécia, mais de 500 anos antes de Cristo. Era um escravo muito inteligente, que vivia salvando seu senhor de situações difíceis.
Contam que, certa vez, seu senhor garantiu a um amigo que seria capa de beber toda a água do mar. O amigo riu e debochou dele, e os dois acabaram apostando uma quantia fabulosa de dinheiro.
É claro qe o senhor estava bêbado! E, na manhã seguinte, ficou apavorado com o que fizera.
- Estou falido! - chorava. - Sou um homem pobre, agora! Como vou beber toda a água do mar?!
Esopo procurou consolá-lo:
- Calma, snehor! Tive uma idéia! Marque dia, hora, local. Sei como resolver o assunto.
Veio gente de longe para assistir à façanha. Juntaram-se na prais combinada, onde ficaram esperando, enquanto conversaram e riam. O senhor, apesar de já ter sido salvo em outras ocasiões pelo escravo, estava muito nervoso:
- É demais! Não vamos conseguir! Os deuses devem estar loucos!!! Primeiro eu, um homem sensato, aposto toda a minha fortuna numa bobagem; agora, vem você e me convence de que sou capaz de fazê-la!...
- Calma, senhor: vai dar tudo certo...
Na hora marcada, Esopo deu o sinal:
- Pode começar a beber!
E o senhor bebeu, bebeu e bebeu, mas não fez a menor diferença no volume da água do amr.
Foi então que Esopo exclamou!
- Ei esperem! Ele nunca conseguirá, porque o mar é alimentado por muitos rios. Vocês precisam, primeiro, secar as fontes que dão origem a estes rios.
E, pegando um copo aberto na lateral, ofereceu-o ao amigo com quem seu senhor apostara, dizendo:
- Beba.
Enquanto ele bebia, Esopo pegou uma ânfora cheia de água e começou a despejar no copo, devagar. Quanto mais ele bebia, mais água descia...
- Assim não vale! - protestou o outro. - Eu nunca vou conseguir!
- Entendeu, agora? Se vocês não secarem as fontes, meu amo jamais conseguirá beber a água do mar, já que à medida que ele vai bebendo, os rios vão despejando mais água... - E concluiu, categórico: - Sequem as fontes ou a aposta está desfeita!
Como ninguém conseguiu secar as fontes, o senhor também não precisou beber o que prometera.
Grato, ele concedeu a liberdade ao escravo.
Feliz, passou o resto da vida viajando por terra exóticas e distantes, e escrevendo as histórias que o tornaram famoso.
Nessas histórias ele apresenta, pela primeira vez, animais como personagens, e, através deles, elogia as virtudes e critica os defeitos humanos.
A este gênero criado por Esopo chamamos "fábula".

O livro Fábulas de Esopo apresenta as seguintes fábulas: 
A galinha dos ovos de ouro
O lobo e o cordeiro
O lobo e o burro coxo
A roa e a sempre-viva
A cigarra e a formiga
A raposa gulosa
As idades do homem
O leão e o ratinho
Um convidado para o jantar
A lebre e a tartaruga
O macaco e o golfinho
Uma disputa interessante
O deus Hemes e o lenhador
A águia e o escaravelho
A velhinha e o médico
Os dois burros de carga
Dois viajantes e um urso
A vaidade
Gedeão e Siringe
O contador de vantagens
Um rei para as rãs
As raposas da margem do rio

sábado, 14 de abril de 2012

Maurice Druon - O menino do dedo verde


"- Aprendi - respondeu Tistu -  que a medicina não pode quase nada contra um coração muito triste. Aprendi que para a gente sarar é preciso ter vontade de viver. Doutor, será que não existem pílulas de esperança?
O Dr. Milmales ficu espantado com tanta sabedoria num garoto tão pequeno.
- Você aprendeu sozinho a primeira coisa que um médico deve saber.
- E qual é a segunda, doutor?
- É que para cuidar direito dos homens é preciso amá-los bastante."

O menino do dedo verde, de Maurice Druon (1918-2009), tradução de D. Marcos Barbosa / ilustrações de Marie Louise Nery - 87a. ed. - Rio de Janeiro:José Olympio, 2009.

Acabo de reler o belíssimo livro O menino do dedo verde, que desperta e resgata nobres sentimentos acerca da vida, do se fazer no mundo, um ensaio filosófico escrito poeticamente e com extrema leveza.
  
Assim como O pequeno príncipe, em que o autor é tradutor, O menino do dedo verde passou pela terra com sua misteriosa personagem. O autor se utiliza de Tistu, um menino do dedo verde e suas incríveis proezas orientado por um velho jardineiro mensageiro da paz para levar sérias reflexões acerca da vida humana, seja em um conglomerado de favelas, as realidades de um presídio, um hospital, um jardim zoológico ou ainda de uma fábrica de canhões. Enfim, em que condições sociais ainda há esperança de um mundo em que as flores não tem tido vez, distanciando o homem cada vez mais de sua essência, a busca da felicidade.

Maurice Druon, ex-ministro da Cultura, da Academia Francesa desde 1966, nasceu a 23 de abril de 1918, em Paris. Já em 1936arrebatava prêmios e menções honrosas por sua aplicação nos estudos secundários, complementados no Liceu Michelet, de onde saiu para a Sorbonne e a Escola de Ciências Políticas. Aspirante de Cavalaria no início da Segunda Guerra Mundial, participou ativamente da luta antinazista em 1940, quando chegou à Inglaterra via Espanha, a fim de se engajar nas chamadas Forças Francesas de Libertação. É quando participa de programas de radiofusao e- com o tio também escritor Joseph Kessel em 1943 - compõe a letra do canto Les partisans, ainda hoje ouvida com grande emoção pelo povo francês. Depois do desembarque aliado no continente europeu, Maurice Druon passa a correspondente de guerra não só no seu país, mas igualmente na Alemanha e Holanda.

Maurice Druon tem a sua obra marcada pela violência e vigor caracterísitcos de sua vida pessoal, e - segundo críticos de seu país - se distingue pela honestidade com que soube aliar ficção literária com História, onde o choque das armas e o trágico das paixões contam umafase importante na literatura francesa contemorânea. Escreveu uma infinidade de livros.

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