sábado, 14 de setembro de 2013

Pirandello - vida e obra

"Tentei contar algo a outros homens,
sem quaisquer outras ambições, exceto
talvez a de me vingar de ter nascido"
(Luigi Pirandello)
1867 - Nasce em 28 de junho, em Girgenti (hoje Agrigento), Sicília, Luigi Pirandello.
1880 - Sua família transfere-se para Palermo.
1885 - A família decide voltar para Agrigento. Luigi permanece em Palermo.
1886 - Fica noivo de Lina, irmã de um amigo.
1887 - Luigi deixa Palermo e ingressa na faculdade de Letras em Roma.
1889 - Parte para Bonn, Alemanha, para concluir os estudos. Publica Mal Giocondo, livro de poemas.
1891 - Termina sua tese sobre os dialetos grecosículos e obtém o título de doutor.
1893 - Volta a Palermo e termina o noivado com Lina.
1894 - Casa-se com Maria Antonietta Portulano.
1895 - Nasce Stefano, seu primeiro filho.
1897 - Nasce sua filha Lietta.
1899 - Nasce seu filho Fausto.
1902 - Publica Beffe della Vita e della Morte, Quand´ero Matto e Bianche e Neve.
1904 - Publica O Falecido Mattia Pascal.
1914 - Stefano, o filho mais velho, alista-se como voluntário para combater na Primeira Guerra Mundial. Morre Caterina, a mãe do escritor.
1917-20 - São representadas as comédias Assim É, se Lhe Parece; O Prazer da Honestidade; Mas não É uma Coisa Séria; Como Antes, Melhor Que Antes; A Senhora Morli e Uma e Duas, escritas no período da guerra.
1921 - Estréia em Lilão, com grande sucesso, o drama Seis Personagens à Procura de um Autor. É encenada a tragédia Henrique IV.
1922-23 - São encenadas as peças Vestir os Nus, A Vida Que Te Dei e Cada um à Sua Maneira.
1925 - Onze artistas, entre eles Stefano, filho de Pirandello, fundam o Teatro d´Arte.
1934 - Recebe o Prêmio Nobel de Literatura.
1936 - Morre de pneumonia, em 10 de dezembro, em Roma.

Filho de um pai aventureiro e de uma mãe romântica, filho de uma desencantada cidade, filho da fuga, Luigi Pirandello nasceu em 28 de junho de 1867 em Girgenti (hoje Agrigeto), Sicília. Seus pais foram Stefano Pirandello e Caterina Ricci Gramitto.
Stefano havia lutado junto com Giuseppe Garibaldi e, durante a campanha pela unificação italiana, tornara-se amigo de Rocco Ricci Gramitto, com a irmão de quem viria a se casar. Viviam em Agrigento, bela cidade cheia de gente desocupada que andava pelas ruas suando tédio e deseperança. Mas era também uma cidade intensamente religiosa. Dentre suas festas e tradições, muito importante era a procissão em homenagem a São Cosme e São Damião. Tudo se modificava. Todos saíam às ruas e carregavam o andor dos santos E rezavam.. Depois voltava o tédio.
A monotomia desapareceu durante a epidemia de cólera. Muita gente morreu. Os que podiam enviaram mulher e filhos para o campo. Stefano mandou Caterina - que estava grávida - para a aldeia de Chaos.
Os primeiros estudos formais de Luigi foram realizados em casa, depois o menino passou a frequentar uma escola técnica. Mais tarde transferiu-se para o ginásio de Empédocles. Um dia, com um novo e bonito traje de marinheiro que ganhara do pai, o pequeno Luigi saiu a passeio. Era domingo, dia em que recebia uma lira para gastar como quisesse. No caminho, ele ia pensando nos ensinamentos do Cristo: ajudar os pobres, fazer caridade. Se pensamento foi interrompido pelo encontro com um menino pobre. Luigi deu-lhe as roupas e sua lira. Algumas horas depois, a mãe do garoto apareceu na casa de Luigi e devolveu tudo. Luigi não compreendeu. Chorou. Afinal, não tinha seguido os ensinamentos de Cristo...
A família vivia agora em Palermo. Luigi então conhece uma menina, sente por ela uma coisa estranha, que não compreende. Ao terminar as férias a menina vai despedir-se dele. De tanta emoção, Luigi feriu o dedo. A garota socorreu-o: tomou-lhe o dedo e chupou o sangue. Luigi interpretou isso como um beijo. Muito sensível, começou a chorar. Algumas horas depois teve febre, e durante três dias ficou entre a vida e a morte. Quando terminaram as aulas, a menina foi visitá-lo. Ele já estava restabelecido, mas sua aparência não era das melhores. A pequena desmaiou. Luigi ficou perplexo: era o amor.
No ano do nascimento do filho. Stefano começou a exploração de uma mina de enxofre. Ficou rico e importante e, em 1880, transferiu-se para Palermo. Nessa cidade Luigi teve oportunidade de dedicar-se à leitura. Na Biblioteca Pública Vittorio Emmanuele, deliciava-se com a grande quantidade de livros à disposição. E, de visita em visita, conseguiu estudar toda a literatura italiana. Paradoxalmente, todo esse conhecimento acabou causando-lhe problemas na escola. Não conseguia prestar atenção às aulas de latim, pois já conhecia os textos. Mas isso não o entristecia. Triste mesmo ficou no dia em que descobriu uma aventura amorosa do pai. Decidiu não mais lhe dirigir a palavra.
Em 1885 a família decidiu voltar para Agrigento. Luigi ficou em Palermo, onde passou a morar com um companheiro de escola. Dedicava a maior parte do tempo à leitura e aos estudos. Nas horas de lazer, visitava os amigos. Pela irmã de um deles - Lina - Luigi se apaixonou. Ela era quatro anos mais velha. Praticamente estava em idade de casar. Ele, apenas um adolescente, não ousava aproximar-se da amada.
Alguns anos depois Luigi mudou-se para a casa de sua tia Sara, onde viveu três anos. Nas férias escolares ia até Agrigento visitar a mãe. Do pai, continuava mantendo distância. Durante o período de aula dedicava-se ao estudo, à noite amava Lina a distância. Acabou virando poeta.
Mas quem ama em silêncio propicia a investida de outros admiradores e concorrentes. Foi o que aconteceu: um próspero comerciante viúvo pediu Lina em casamento. A família era favorável. Luigi desesperançou-se e deixou de frequentar a casa da amada. Todavia, ante a insistência dos irmãos da moça, reaproximou-se e confessou seus sentimentos. Lina também o amava. O compromisso foi formalizado, e os jovens ficaram noivos em 1886. Para casar, faltava apenas uma petição oficial de casamento feita pelo pai do pretendente, como era costume à época.
Luigi teria de falar com Stefano. O orgulho era forte, mas o amor era muito maior. Foi para Agrigento e procurou-o. O pai logo escreveu à família de Lina expressando sua opinião. E sua opinião era de que o filho não deveria casar-se antes de terminar o curso.
Desanimado, Luigi voltou a Palermo, e em 1887 ingressou na faculdade de Letras. um ano depois viajou a Roma, e dali, em 1889, partiu para Bonn, Alemanha. Como não entendia bem o idioma alemão, estudou-o durante seis meses antes de iniciar os estudos regulares. Quando se sentiu apto, traduziu as Elegias Renanas, de Goethe.
Lina tinha ficado longe. Próxima estava Jenny Schultz Lander, moça de um charme inesquecível, a quem passou a dedicar suas poesias. Mas não podia abandonar-se às solicitações da criatividade. Tinha de tornar-se professor o mais depressa possível para ter condições de casar e sustentar uma família.
Certo dia recebeu uma carta da Sicília: a noiva não estava bem. Viajou a Palermo e, assim que a viu, ela abriu-lhe os braços amorosos e cheios de saudade. Poderia ter sido um reencontro de amor, mas não foi. No olhar de Lina, Luigi sentiu os anos perdidos. Angustiado, perguntava-se: quem era aquela moça, agora, senão uma estranha.
Apressou a volta para Bonn. A Jenny, contou as tristezas. A ela dedicou um livro de poesias: Pasqua di Gea.
Em 1891 terminou sua tese sobre os dialetos greco-sículos - Sons e Evolução Fonética do Dialeto de Agrigento - e obteve o dooutorado. Dois anos depois viajou para Roma, onde se hospedou na casa de seu tio Rocco. O pensamento voltou-se para Lina: fazia um ano que não a via. Precisava tomar uma decisão. Viajou novamente para Palermo. Brigou com a noiva: entre eles não existia mais amor. As duas famílias entraram em conflito e, depois de muitas discussões, o compromisso foi desfeito.
Livre, sem nenhum compromisso, Pirandello regressou à capital. Logo que pôde, entrou em contato com Hugo Fleres, artista que havia ilustrado sua tradução de Goethe. Estava tudo preparado para o livro ser publicado quando o editor Loescher morreu. Fleres apresentou-o então a Luigi Capuana, escritor realista muito famoso, que convenceu Pirandello a abandonar a poesia para dedicar-se integralmente à prosa. Animado por Capuana - umas das maiores influênicas em sua vida - , Pirandello começou a escreve A Excluída.
No inverno de 1893 recebeu uma carta de seu pai: era uma proposta de casamento. Stefano queria uni-lo a Maria Antonietta Portulano, filha de um milionário a quem se associara. O jovem concordou. A moça também. De início o velho Portulano se opôs violentamente, mas depois acabou dedendo, e o casamento se realixou em janeiro de 1894.
Uma semana depois de casados, Luigi e Maria Antonietta foram para Roa. Ele pôs-se a trabalhar. Escrevia poesias que eram publicadas na revista Vita Italiana e artigos críticos impressos na Nuova Antologia. Todavia, não encontrava editor para seus livros, que se estavam acumulando nas gavetas. Quando terminou sua primeira sua primeira peça - O Torniquete -, Pirandello deu-a para Luigi Capuana ler. De Capuana a peça foi parar nas mãos de Eduardo Bouter, um dos melhores críticos da época. E Boutet levou-a para o ator siciliano Flavio Andò, que prometeu a Pirandello montar a peça tão logo retornasse de uma excursão pela Rússia.
O escritor ficou na expectativa. Seis meses depois, cansado de esperar por Andò, mandou-lhe uma carta. Flavio respondeu que não podia encenar a obra porque sua mulher, a atriz Tina di Lorenzo, estava doente e impossibilitada de ensaiar. Para Pirandello, aquilo parecia mais uma desculpa. E assim, desanimado, desistiu do teatro.
Luigi Capuana ficou inconformado com o andamento das coisas. Escreveu um artigo - que teve ótima repercussão - no qual falava dos trabalhos do escritor. O editor Lumachi, de Florença, acabou se interessando pelos contos de Pirandello publicados na revista II Marzocco, e lançou, em 1902, dois volumes com o título Beffe dela Vita e della Morte. Streglio, um editor de Turim, seguindo o exemplo de Lumachi, publicou também, nesse mesmo ano, dois livros de contos: Quand´ero Matto e Biacnche e Nere. Honorato Roux, diretor de La Tribuna, de Roma, pediu a Pirandello seu romance A Excluída para editá-lo em folhetim. Apenas as comédias não foram publicadas, porque o escritor continuava não querendo ouvir falar em teatro.
A vida doméstica corria tranquila. Frequentemente Pirandello e Antonietta recebiam visitas dos escritores e artistas do círculo de Capuana. Em seis anos o casal teve três filhos: Stefano, Lietta e Fausto.
Um dia, ao voltar para casa, Pirandello encontrou Antonietta desmaiada. Ao seu lado estava uma carta enviada por Stefano. O pai contava que estava arruinado em consequência da destruição de sua mina, motivada por um grande tremor de terra. O choque de Antonietta era facilmente explicável: todo o seu dote estava investido nessa mina.
As coisas mudaram muito. Primeiramente, Pirandello empenhou as jóias da mulher. Depois passou a solicitar pagamento pelos escritos publicados em II Marzocco. Começo a lecionar no Instituto Superior Feminino do Magistério e a dar aulas particulares.
O redator-chefe da Nuova Antologia pediu-lhe um romance. O escritor prometeu um livro que ainda não tinha começado a elaborar: O Falecido Mattia Pascal.
A obra foi sucesso desde o primeiro capítulo, publicado em 1904. Henri Bigot, professor de Túnis, propôs-se traduzir o romance - que ainda não estava terminando - para o francês. Ao mesmo tempo, o Fremdenblatt, periódico de Viena, ofereceu-lhe para elaborar a versão alemã de O Falecido Mattia Pascal.
O sucesso não impediu que Pirandello continuasse trabalhando intensamente. Durante o dia ia ao Instituto e dava aulas particulares, à noite escrevia os capítulos do romance, impressos quinzenalmente. Além disso, colaborava em várias revistas e cuidava dos afazeres domésticos, porque sua mulher, acometida de paralisia histérica nas pernas, não abandonava o leito. Quando ela finalmente conseguiu andar, não era mais a mesma. Não se interessava pelas atividades do marido, culpava-o pela perda do seu dote, acusando-o de infidelidades inexistentes.
A verdade é que Maria Antonietta estava louca. Mas o escritor não queria aceitar esse fato, e lutava com toda a coragem para conservá-la a seu lado. Nesse ambiente confuso Pirandello compunha contos e novelas. Só não queria ouvir falar em teatro. E talvez não fizesse mais nada para o palco não fosse a interferência do Nino Marrtoglio, que reabriria o Teatro Metastasio e passou a pressionar o escritor para ceder-lhe O Torniquete e elaborar uma outra peça de ato único, inspirada no conto Le Lumíe di Sicilia. As obras obtiveram êxito, mas o autor não esteve presente em nenhuma das apresentações, porque não queria alarmar sua mulher.
Um outro amigo de Pirandello descobriu uma peça esquecida numa gaveta - Il Nibbio -,mandou copiá-la e enviou-a a Marco Praga, que orientava a temporada estável do Teatro Manzoni de Milão. Praga estava formando sua própria companhia de comédias, e resolveu montar ele mesmo a peça. Suamontagem, contudo, acabou deformando as intenções do escritor. Indignado, Pirandello telefrafoou-lhe pedindo para retirar a peça de cartaz.
Il Nibbio, que nas mãos de Praga se transformou em Se Non Còsi e mais tarde foi reescrita sob o título La Ragionr degli Altri, novamente afastou Pirandello do teatro.
À medida que o marido ganhava prestígio, Antonietta tornava-se mais irascível. Tentando acalmar a situação doméstica, Pirandello entregava-lhe tudo o que ganhava, e aonde ia levava consigo um dos filhos, pensando assim não criar nenhum pretexto para novas crises da mulher.
Mas nada disso adiantava. Enquanto Portulano ainda vivia, Antonietta mantinha-se um pouco mais discreta. Depois que o pai morreu, passou a falar em independência e separação. Duas ou três vezes separaram-se, e Pirandello só voltava para casa quando Maria Antonietta melhorava das crises. Certa ocasião ela pegou os filhos e foi para a Sicília. Meses depois teve um acesso de loucura. O juiz da região disse aos parentes que era necessário interná-la imediatamente. O escritor foi chamado à Sicília, onde tomou conhecimento da decisão. Não sabia bem o que fazer. Quando Maria Antonietta o viu, correu para seus braços, suplicando que a salvasse. Pirandello levou-a para casa. Os médicos não tinham dado nenhuma esperança de cura. De fato os acessos aumentavam cada vez mais.
No início da Primeira Guerra Mundial, em 1914, Stefano, o filho mais velho, alistou-se como voluntário, o que fez piorar o estado de Maria Antonietta. No mesmo período, na Sicília, morria Caterina, a mãe do escritor.
Durante a guerra Pirandello escreveu mais algumas comédias, que foram apresentadas anos seguintes: Assim É, se Lhe Parece e O Prazer da Honestidade, em 1917; Mas não É uma Coisa Séria, em 1918; Como Antes, Melhor que Antes, A Senhora Morli e Uma ou Duas, em 1920.
Entretanto, ele quase não assistia aos ensaios de suas peças, para não agravar o clima familiar. Sua filha Lietta era praticamente a dona-de-casa. Maria Antonietta a via como inimiga que se havia apossado de suas atribuições domésticas. Em suas fantasias, acreditava haver ligações maiores entre a filha e o marido. Lietta não podia suportar aquela situação desesperadora. Um dia pegou um velho revólver e disparou contra si mesma. Só não se feriu porque a bala, sem força, ficou presa no cano enferrujado da arma. Em outra oportunidade tentou novamente o suicídio, atirando-se nas águas do Tibre. Foi salva, e Pirandello resolveu confiá-la aos cuidados de umas freiras. Quatro meses depois, Lietta foi para Florença, onde ficou durante oito meses na casa de uma tia. Maria Antonietta, que havia causado todo o drama, não demonstrava arrependimento. Ao contrário, vivia dizendo ao marido que, se sua filha voltasse, ela sairia.
Quando a guerra terminou e Stefano regressou, foi decidida a internação de Maria Antonietta. Só então Lietta pôde voltar à sua casa. Para o escritor, a ausência da mulher - apesar de todos os transtornos - era motivo de tristeza e solidão. E ele se voltou para sua obra. Pretendia retomar o romance. Só não o fez porque não conseguia encontrar um elo que unisse fatos e personagens. Continuou n teatro. Assim nasceu o drama Seis Personagens à Procura de um Autor, que estreou em Milão em setembro de 1921. O sucesso foi grande. No ano seguinte a peça foi montada em Londres, e depois em Nova York, Paris, Cravóvia, Praga e Amsterdã. Ainda em 1921 foi encenada Henrique IV, à qual se seguiram Vestir os Nus, no ano seguinte e A Vida Que Te Dei e Cada Um à Sua Maneira.
Em 1925 onze artista se juntaram - e entre eles o próprio filho de Pirandello, que usava o pseudônimo de Stefano Landi - e fundaram o Teatro D´Arte. A primeira apresentação foi no Palácio Odeschalchi, com a peça A Festa do Senhor do Barco, um anto com 180 personagens. O Teatro d´Arte fez tanto sucesso que logo começaram a chover convites para representações no exterior.
Numa dessas viagens Pirandello apaixonou-se por Marta Abba, a primeira atriz do grupo, que lhe inspiraria um novo sentido de viver. No estrangeiro escreveu novas peças: Lazzaro; Esta Noite Improvisamos; Ou de Um, ou de Ninguém; Como Me Queres. escreveu também duas comédias, uma delas, Os Gigantes da Montanha, não foi terminada. Em 1936, quando trabalhava num dos estúdios da Cinecittá, na adaptação de O Falecido Pascal, foi acometido de forte pneumonia. Faleceu no ida 10 de dezembro de 1936, deixando algumas obras inacabadas. Para Marta Abba deixou os direitos de uma grande parte de suas peças. Para os filhos, deixou os direitos de uma grande parte de suas peças. Para os filhos, deixou todos os seus bens. E, para ele mesmo, pediu um enterro de pobre. Que fosse cremado e que suas cinzas fossem atiradas ao vento na aldeia em que nascera.

Fonte: coleção obras-primas - grandes autores - vida e obra.

6 comentários:

  1. Davi Guedes,

    Muito bom também teu espaço musical.
    Obrigada pela visita querido.

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  2. obrigado de verdade voce me ajudou muito com um problema aqui

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  3. Anônimo,
    Obrigada pela visita e comentário.

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  4. Belo relato desse que foi um dos gênios que a Itália deu ao mundo!
    Ademais, história de vida bastante atribulada!
    Aliás, comum na vida dos grandes gênios!

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    1. Leudo,
      Obrigada pela visita e comentário.
      Sds,
      Lígia Guedes

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